segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Eu Querooo
Quero uma Pessoa
que toque minha alma,
que entre pelos meus olhos
e invada meus sonhos.
Quero que me possua inteiro,
corpo e alma,
fazendo dos meus desejos
breves segundos de êxtase
o prazer do encontro total.
Quero sentir seus braços meigos
envolvendo meu abraço,
seus lábios mudos
calando o meu silêncio
sem precisar nada dizer...
apenas me olhando
com olhos negros e úmidos
e me tomando devagar,
como o mar avança na praia,
como eu sei que tem que ser
e sei que um dia será.
SONHOS com DESEJOS desejados
ALMA SOFRIDA
ALMA SOFRIDA
(Almir Flora)
Alma sofrida, dilacerada,
Onde a sorte não fez morada
Os sofrimentos são cabides
Nos armários das ingratidões.
O silêncio aparente, não mostra a agonia,
Que existe numa alma sofrida.
Tudo em volta, os sorrisos, os cantos,
Mas o coração partido, se quer reage,
Fica estático como o gelo no seu habitat.
O destino mostra a faceta da inglória.
Alma sofrida chora o tempo que se foi,
Com o coração abatido e partido,
Sangrado pelas mentiras e lassidão.
Nada mais a perder, o caminho está feito,
Rumo ao destino imposto à soberba solidão.
Ah! Augusto dos Anjos, seus versos íntimos,
Consagram a minha alma sofrida,
‘...Se a alguém causa inda pena de tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga....’
(Almir Flora)
Alma sofrida, dilacerada,
Onde a sorte não fez morada
Os sofrimentos são cabides
Nos armários das ingratidões.
O silêncio aparente, não mostra a agonia,
Que existe numa alma sofrida.
Tudo em volta, os sorrisos, os cantos,
Mas o coração partido, se quer reage,
Fica estático como o gelo no seu habitat.
O destino mostra a faceta da inglória.
Alma sofrida chora o tempo que se foi,
Com o coração abatido e partido,
Sangrado pelas mentiras e lassidão.
Nada mais a perder, o caminho está feito,
Rumo ao destino imposto à soberba solidão.
Ah! Augusto dos Anjos, seus versos íntimos,
Consagram a minha alma sofrida,
‘...Se a alguém causa inda pena de tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga....’
MUDANÇAS
MUDANÇAS
(Almir Flora)
Não mude, por mudar,
Mostre a razão, à causa.
Uma flor quando nasce,
Ela mostra a sua beleza,
E ali fica aos desejos,
Dos amantes do belo,
Do apreciável aos olhos,
E não muda sua essência.
Quando se ama de verdade,
Não se muda, aceita desafios.
Tolera, ameniza,
Aceita com o coração.
Se houve mudanças...
Amor não existiu, é claro.
Existiu sim, deslumbramento,
Que o tempo apagou,
O facho de luz desse coração.
E quem sofre? Quem amou de verdade.
Amou e pensou que era amado.
O brincar com sentimentos,
Fere coração, machuca.
Dilacera a própria alma.
Dando ao poeta, tintas,
Para descrever sofrimentos,
Amarguras e desilusões.
(Almir Flora)
Não mude, por mudar,
Mostre a razão, à causa.
Uma flor quando nasce,
Ela mostra a sua beleza,
E ali fica aos desejos,
Dos amantes do belo,
Do apreciável aos olhos,
E não muda sua essência.
Quando se ama de verdade,
Não se muda, aceita desafios.
Tolera, ameniza,
Aceita com o coração.
Se houve mudanças...
Amor não existiu, é claro.
Existiu sim, deslumbramento,
Que o tempo apagou,
O facho de luz desse coração.
E quem sofre? Quem amou de verdade.
Amou e pensou que era amado.
O brincar com sentimentos,
Fere coração, machuca.
Dilacera a própria alma.
Dando ao poeta, tintas,
Para descrever sofrimentos,
Amarguras e desilusões.
LIndo AMEIIIIIIIIII
Amigo (Almir Flora)
Não fiz o jogo de um jogador,
Mas, de um ser amoroso,
Que assiste no palco da vida,
Encenações como verdade,
Cujos beijos tornaram-se à morte.
Não tutelo o que não existe,
O existir está no amor,
Está no querer, no desejar.
Indiferente hoje, deve ter uma razão,
Não procuro saber...
Seguirei a trilha dos desafortunados,
Que ama de verdade
Mas em troca, a ingratidão.
Quero que um dia você saiba,
Que amei você de verdade.
Não troquei figurinhas de sentimentos.
Os meus foram, com certeza, de verdade.
Não fiz o jogo de um jogador,
Mas, de um ser amoroso,
Que assiste no palco da vida,
Encenações como verdade,
Cujos beijos tornaram-se à morte.
Não tutelo o que não existe,
O existir está no amor,
Está no querer, no desejar.
Indiferente hoje, deve ter uma razão,
Não procuro saber...
Seguirei a trilha dos desafortunados,
Que ama de verdade
Mas em troca, a ingratidão.
Quero que um dia você saiba,
Que amei você de verdade.
Não troquei figurinhas de sentimentos.
Os meus foram, com certeza, de verdade.
NÃO BRINQUEI DE AMOR!
NÃO BRINQUEI DE AMOR!
(Almir Flora)
Linda menina, cadê o seu sorriso?
Por que essa tristeza no coração?
O que lhe fez indiferente?
As amarguras que afloram em si?
Eu não as entendo, foge de mim.
O que os astros fizeram,
Para lhe deixar tão triste assim?
Não atende os meus pedidos,
Num apagar das luzes,
Trocou seu sorriso, por lábios fechados.
É... O tempo esfriou a relação.
As palavras carinhosas,
Hoje jogadas em ralo fétido.
Aceito o desprezo, afinal,
Não brinquei de amor,
Amei, como se ama uma flor.
(Almir Flora)
Linda menina, cadê o seu sorriso?
Por que essa tristeza no coração?
O que lhe fez indiferente?
As amarguras que afloram em si?
Eu não as entendo, foge de mim.
O que os astros fizeram,
Para lhe deixar tão triste assim?
Não atende os meus pedidos,
Num apagar das luzes,
Trocou seu sorriso, por lábios fechados.
É... O tempo esfriou a relação.
As palavras carinhosas,
Hoje jogadas em ralo fétido.
Aceito o desprezo, afinal,
Não brinquei de amor,
Amei, como se ama uma flor.
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